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LITERATURA
 
   
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CISTINA (L)

Cistina é a forma estável do aminoácido Cisteína. O corpo é capaz de converter uma forma na outra conforme a necessidade, e ambas as formas podem ser consideradas, no processo metabólico, como um único aminoácido.

Cistina e Cisteína são ambas ricas em enxofre e podem ser rapidamente sintetizadas pelo organismo. A Cistina é encontrada abundantemente na queratina do cabelo, insulina e algumas enzimas digestivas.

Como um agente detoxificante, a Cistina tem demonstrado proteger o organismo contra os danos causados pelo álcool e cigarro. Um estudo mostrou sua eficácia na prevenção dos efeitos colaterais do excesso de bebida, tal como a ressaca, e com isso também previne os danos causados no fígado e cérebro.

Tanto a Cistina como a Cisteína são necessárias ao organismo para uma adequada utilização da Vitamina B6. As etapas do processo metabólico na formação destes dois aminoácidos é a partir da Metionina à Cistationina, Cisteína e Cistina. Em doenças crônicas ocorre a prevenção da formação de Cisteína à partir da Metionina.

Portanto, uma solução na correção da bioquímica de doenças crônicas seria a restauração de níveis adequados de Cisteína e Cistina.

A Cisteína é mais solúvel que a Cistina e contribui com suplementação de enxofre mais rapidamente e, consequentemente, atingindo melhores resultados em alguns pacientes. A Cistina reduz a absorção de cobre pelo organismo protegendo o organismo contra a toxicidade do cobre, a qual está relacionada a problemas comportamentais.

Também se achou importante na cura de queimaduras e feridas e utilizado na fluidificação de depósito de muco em doenças, tais como, bronquite e fibrose cística.

Dosagens
A L-Cistina é utilizada na faixa de 25 a 100 mg ao dia.

 
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